"A maioria das escravas anda orgulhosamente. Ela tem orgulho de sua escravidão. Elas aprenderam sua feminilidade. Isso as foi ensinado. Creio que elas sejam as mais verdadeiras e as mais livres das mulheres." (Tribesmen of Gor)
15 de fev. de 2011
Reflexo
Observando-me no espelho...
Vejo apenas um reflexo...
O reflexo do Senhor em mim...
Chegas,vem me dominas com maestria...
Sua guia denomina meus passos...
Molda-me como um artesão...
Possuidor de peças e objetos...
E assim me entrego...
Seus desejos minha obrigação...
Seu prazer minha satisfação...
Boneca de pano de Dono brincar...
Cria rumos infinitos em mim...
Faz de mim o que desejas...
Pois assim sou eu mesma...
Nos seus pés me encontro...
Tua mão me diz para onde ir...
E sorrindo eu vou...
Um bichinho de estimação...
sim eu sou...
Minha Autoria
dália a dançarina do abismo
29 de jan. de 2011
Fragmentos de Nietzche
“Quando se olha muito tempo
para dentro de um abismo,o abismo olha
para dentro de você.”
(Nietzsche)
Alquimia perfeita
Você, minha perfeita alquimia
Eu a maga do amor
Você..
Que entrou por minhas veias e poros,entrando em meu corpo,
Invadindo sem pedir permissão,tomando posse
Não me deixando a dádiva do esquecimento
Você..
Faz meu coração bater em descompasso total
Me conhecendo bem como as palmas de suas mãos
Faz como magica o chão sumir sob meus pés,
Me deixando a mercê do abismo,
Você...
Que retira de mim todas essas emoções,sensações
Você..
Apenas a outra metade de mim,no abismo sem fim
Assim fico pressa no abismo,
Navegando num mar sem rumo certo,
Apenas esperando ver a ancora ..
Aonde posso parar
Você...
Meu rumo certo,meu abismo perfeito...
Ando a beira do abismo,pois Você me guia e segura...
Navego em mares inquietos porque Você me vigia do farol mais alto...
Tão simples e gostoso morrer assim...
Morrer de amor...
Nas noites sem fim
dália negra
Eu a maga do amor
Você..
Que entrou por minhas veias e poros,entrando em meu corpo,
Invadindo sem pedir permissão,tomando posse
Não me deixando a dádiva do esquecimento
Você..
Faz meu coração bater em descompasso total
Me conhecendo bem como as palmas de suas mãos
Faz como magica o chão sumir sob meus pés,
Me deixando a mercê do abismo,
Você...
Que retira de mim todas essas emoções,sensações
Você..
Apenas a outra metade de mim,no abismo sem fim
Assim fico pressa no abismo,
Navegando num mar sem rumo certo,
Apenas esperando ver a ancora ..
Aonde posso parar
Você...
Meu rumo certo,meu abismo perfeito...
Ando a beira do abismo,pois Você me guia e segura...
Navego em mares inquietos porque Você me vigia do farol mais alto...
Tão simples e gostoso morrer assim...
Morrer de amor...
Nas noites sem fim
dália negra
Excitação Poética
Quando escrevo, eu me excito
Só, de amor, pensar em ti...
Sinto as entranhas ardendo,
Vou com prazer remoendo
O que contigo vivi.
Ondas de calor me afagam,
Sofro a dor dos desejos.
E cada verso transpira
A excitação que me inspira
A buscar mais por teus beijos.
Cada poema que faço
É como amor fazer:
Tomar-te em mim, amado,
Sentir teu corpo adorado
Penetrando em meu querer...
Rolam as letras que traço
Como rolamos nós dois...
E permanecem mostrando,
Nosso prazer expressando
Antes, durante... e depois...
Maraína Bastos
10 de dez. de 2010
Imortal Neruda
Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Pablo Neruda
Abro mão das demais meu amado,para estar sempre em sua companhia....
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Pablo Neruda
Abro mão das demais meu amado,para estar sempre em sua companhia....
5 de nov. de 2010
2 de nov. de 2010
Sou o pecado
E o abismo.
O medo profanado,
A doce escuridão,
O veneno mais sagrado
bebido com paixão.
Sou o prazer desmedido,
O desejo na veia,
O gozo enlouquecido
Da aranha na teia.
Sou o segredo
Entre quatro paredes,
A fome e a sede,
Sou o sangue, a vítima
E o algoz, sou a que
Fala sem voz.
Sou a devassidão,
A loucura e o
Ímpio coração,
Sou a mancha
E a mácula no
Colchão.
Sou o vento e a destruição,
O olho do furacão,
A negra lua, a mulher
Nua sem redenção.
Sou a serpente e o
Leão. Sou a ousadia,
Sou a atrevida,
Sou um anjo caído
E cheio de vida.
Desconheço a autoria
E o abismo.
O medo profanado,
A doce escuridão,
O veneno mais sagrado
bebido com paixão.
Sou o prazer desmedido,
O desejo na veia,
O gozo enlouquecido
Da aranha na teia.
Sou o segredo
Entre quatro paredes,
A fome e a sede,
Sou o sangue, a vítima
E o algoz, sou a que
Fala sem voz.
Sou a devassidão,
A loucura e o
Ímpio coração,
Sou a mancha
E a mácula no
Colchão.
Sou o vento e a destruição,
O olho do furacão,
A negra lua, a mulher
Nua sem redenção.
Sou a serpente e o
Leão. Sou a ousadia,
Sou a atrevida,
Sou um anjo caído
E cheio de vida.
Desconheço a autoria
Sou a que dança entre o abismo,gargalhando,dançando...espantando as tristezas,a agonia,renascendo como a fénix que renasce dia após dia...
Sou apenas eu mesma,minha própria alquimista...
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Dança da escrava recém encoleirada
Dalia escuta o som da música e caminha vagarosamente até o centro do recinto, coração em descompasso, corpo tremulo, mistura de sensações ...
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Sou uma mulher que anda de salto alto... E uma menina que brinca no balanço... Sou uma mulher que luta... E uma menina que chora......
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Dalia escuta o som da música e caminha vagarosamente até o centro do recinto, coração em descompasso, corpo tremulo, mistura de sensações ...
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Te amo com o encanto de uma menina, E a devassidão de uma fêmea, Te amo de um jeito luxurioso, E a doçura de um anjo, Anjo decaído?Talv...






